
Todos vocês conhecem o Túlio Maravilha, jogador que foi artilheiro do Brasileirão algumas vezes jogando em times como Botafogo e Goiás, e fez até alguns golzinhos com a camisa da seleção.
Pois bem, é triste dizer isso, mas ele está falido. Isso mesmo, falido. Está tão pobre que desceu ao nível mais baixo que um ser humano pode chegar: entrou para a política. Mas o que parecia ser uma forma de arrecadar alguma graninha extra para sair dessa situação difícil, acabou tornando o seu problema, público.
Como todos os candidatos são obrigados a declarar a sua renda, Túlio se viu forçado a expor a sua atual situação financeira. Foi quando todos descobrimos que o Grande Túlio Maravilha, possuía apenas um real em sua conta corrente. Isso mesmo, apenas um real. R$ 1,00. 100 centavos.
Duvida? Clique aqui e depois em "Declaração de Bens".
Tadinho. É triste ver que, depois de tantos anos dedicados ao futebol, Túlio esteja assim. Tendo a consciência de que um craque dessa magnitude não pode acabar assim, o blog Detetive Barata lança essa campanha para ajudar nosso grande ídolo:
Qualquer doação é bem-vinda, afinal o cara só tem um real...
Fonte: Mauro Cezar Pereira (ESPN)
Túlio Maravilha precisa de sua ajuda
quarta-feira, 30 de julho de 2008
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Novas regras para os Call Centers
terça-feira, 29 de julho de 2008
Projeto do governo obriga call centers a pararem com 'empurra-empurra'
Empresas só poderão transferir ligação de cliente uma única vez.
O ministério da Justiça detalhou nesta segunda-feira (28) as medidas que prometem diminuir o sofrimento de quem liga para os call centers, o serviço de atendimento ao cliente das empresas.
Ligar para o serviço de atendimento ao cliente de uma empresa é dor-de-cabeça na certa.
“Ficam repetidamente perguntando qual é o meu nome, onde eu moro, qual é o meu CPF, confirma isso e aquilo outro. Eu acho que é uma perda de tempo”, disse o administrador de empresas Orlando Moreira.
Nesta segunda-feira, o Ministério da Justiça explicou as novas regras para o funcionamento das centrais de atendimento ao consumidor. Elas serão apresentadas num decreto. As empresas terão 120 dias para se adaptar.
O consumidor terá que ter, desde o início da ligação, a opção de falar direto com o atendente.
As empresas serão obrigadas a fornecer, em até 72 horas, todo o histórico da reclamação, caso o documento seja solicitado pelo cliente.
As empresas terão o prazo de cinco dias úteis para dar a resposta para o problema.
Nos cinco meses em que assunto foi discutido no Ministério da Justiça, não houve dúvidas: o que mais irrita o consumidor é o jogo de empurra-empurra quando ele diz que quer cancelar um serviço. E para esses casos, o decreto também traz uma novidade: o menu eletrônico deverá conter a opção de cancelamento do serviço. Esse cancelamento deverá ser imediato. A ligação só poderá ser transferida uma vez e demorar no maximo um minuto. E o consumidor não terá que repetir o problema nem os dados cadastrais.
As centrais terão de funcionar vinte e quatro horas, sete dias por semana.
No último sábado (26), o ministro da Justiça tentou resolver um problema com uma empresa de celular.
"Eu cheguei para usar o meu telefone, a minha secretária tinha esquecido de pagar o telefone e eu liguei no sábado para o call center e qual foi a resposta? Só funcionamos de segunda a sexta", disse o ministro da Justiça Tarso Genro.
Ao entrar para a estatística dos brasileiros vitimas das centrais de atendimento, o ministro ficou irritado. “Bravo e sem telefone”, brincou Genro.
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Parece que todos os call centers também terão que ter uma linha exclusiva, com funcionários de plantão 24 horas por dia, para resolver qualquer problema do ministro...

Agora, só nos resta esperar que o ministro seja assaltado para resolver acabar com o problema da violência.
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Marcadores: política
Esse não respeitou a lei seca
Imaginem uma cagada...
Esse vídeo deveria ser exibido em todas Auto-escolas do mundo, mostrando o quanto é importante respeitar as placas de trânsito.
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Amaral, outras histórias...
sábado, 26 de julho de 2008
Depois daquele vídeo do Amaral no Forró do Gérson (quem não viu é só clicar aqui), resolvi procurar mais algumas histórias do folclórico jogador. E encontrei uma lista da Revista Placar com mais algumas "aventuras" do volante:
TROTE DO EDÍLSON
O atacante Edílson, companheiro de Palmeiras, telefonou para Amaral dizendo ser funcionário da Embratel. Com o pretexto de que a empresa estaria realizando testes, pediu que o volante soprasse ao telefone. Amaral concordou e bafejou duas vezes. Ele só percebeu que se tratava de um trote quando Edílson passou à etapa seguinte do teste, a lambida no aparelho. “Pô, desse jeito vou estragar meu telefone”, respondeu o jogador.
OUTDOOR
O Palmeiras de 1996 ia bem, sempre goleava o adversário e caminhava a passos largos rumo ao título estadual. O técnico Vanderlei Luxemburgo conversava com alguns jogadores sobre sua idéia de colocar em um outdoor a façanha do time. Assim que Amaral chegou, o técnico perguntou se ele sabia o significado da palavra outdoor. Amaral respondeu: “Claro que sei. Outdoor significa cachorro-quente (hot-dog)”.
TCHAU, AMARAL
Em 2000, Amaral chegava à Fiorentina. Na apresentação, após um discurso do diretor, veio a entrevista coletiva. O repórter começou sua pergunta com “ciao” – “oi” em italiano. “Peguei minhas coisas, me levantei, dei tchau e fui embora”, conta Amaral.
DUREX
Em 1997, quando jogava no Benfica-POR, Amaral estava sozinho no vestiário, quando a faxineira do clube chegou. Como queria colar uma mensagem motivacional em seu armário, Amaral pediu-lhe um “durex”. A faxineira ficou revoltada e decidiu comunicar a direção do clube. “Fiquei espantado porque fui educado demais para tanta confusão”, diz Amaral. O presidente do clube o avisou que “durex” significa preservativo em Portugal.
CURVA PERIGOSA
Em 2006, quando defendia o Pogon Szczecin, da Polônia, Amaral cometeu um deslize que lhe rendeu uma expulsão em campo. Após um companheiro brasileiro fazer um cruzamento errado, Amaral pediu para ele colocar curva na bola. “O juiz ouviu e veio para cima para me dar cartão vermelho”. Só depois ele descobriu que “curva”, em polonês, significa prostituta – o árbitro certamente entendeu aquilo como ofensa.
ALTITUDE
Um dia, Amaral foi até a Bolívia, jogar na altitude. “Eu sempre ouvia durante as palestras para o jogo em La Paz que o técnico Valdir Espinosa advertia sobre a dificuldade de enfrentar a altitude. Diante do grupo, pedi a palavra e me ofereci para anular na marcação este tal de altitude. Todo mundo deu risada da minha cara”.
APARTHEID
Em outra ocasião, antes de um jogo em que a seleção brasileira enfrentou a África do Sul, em 1996, Amaral participava de uma entrevista quando um repórter perguntou o que ele achava do apartheid (regime que separava brancos e negros daquele país). “Respondi que era um grande jogador, muito comentado no país e que o jeito era grudar nele para não perder a partida”.
Fonte: Placar
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Só mesmo o Amaral, para marcar a altitude e o Apartheid. hehehe!
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Marcadores: futebol
Manchetes Sacanas (03)
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Mais uma da Globo.com:
Parece que a prima da tia do avô da amiga do patrão do cunhado do tio do pai da namorada do irmão da vizinha do meu dentista também vai posar nua.
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